Nosso Papel

Por “nosso”, quero dizer de todo aquele que trabalha na Igreja, para o Reino de Deus.

Qual seria a razão de nosso chamado? Qual seria a força que nos motiva a continuar trabalhando, mesmo entre os problemas que não raramente nos assolam? Eu, com toda sinceridade e inteireza de coração digo que a resposta para a primeira pergunta só pode ser “pregar o Evangelho” e a resposta da segunda, “o Amor de Deus, a justificação em Cristo, o poder do Espírito Santo e as orações dos santos”.

Tendo em vista essas perguntas e respostas, eu creio (e há aqui quem não concorde comigo – quanto a isso, nada posso fazer) que se alguém prega algo diferente do Evangelho de Cristo exposto nas Escrituras, essa pessoa, esse cidadão tem mais é que calar a boca e aguardar seu julgamento.

Digo isso pois há algumas editoras “evangélicas” lançando material completamente desconexo com a Bíblia. Livros de autores que se sentem muito bem em duvidar, colocar em cheque questões que são fundamentais ao Cristianismo:

– Nascimento Virginal.
– Milagres.
– Ressurreição de Cristo.
– Ascensão de Cristo aos Céus.
– Existência do Céu e do Inferno.


Não há nada de edificante nisso, não há nada de belo nisso e não há nada de Vida nisso.

Espero que aqueles que aderem a movimentos, textos e filosofias que deturpam o Evangelho logo tenham seus olhos abertos por Deus e se arrependam. Não há como servir a dois senhores.

Termino com o Credo Niceno.

“Creio em um Deus, Pai Todo-poderoso, Criador do céu e da terra, e de todas as coisas visíveis e invisíveis; e em um Senhor Jesus Cristo, o unigênito Filho de Deus, gerado pelo Pai antes de todos os séculos, Deus de Deus, Luz da Luz, verdadeiro Deus de verdadeiro Deus, gerado não feito, de uma só substância com o Pai; pelo qual todas as coisas foram feitas; o qual por nós homens e por nossa salvação, desceu dos céus, foi feito carne pelo Espírito Santo da Virgem Maria, e foi feito homem; e foi crucificado por nós sob o poder de Pôncio Pilatos. Ele padeceu e foi sepultado; e no terceiro dia
ressuscitou conforme as Escrituras; e subiu ao céu e assentou-se à direita do Pai, e de novo há de vir com glória para julgar os vivos e os mortos, e seu reino não terá fim. E no Espírito Santo, Senhor e Vivificador, que procede do Pai e do Filho, que com o Pai e o Filho conjuntamente é adorado e glorificado, que falou através dos profetas. Creio na Igreja una, universal e apostólica, reconheço um só batismo para remissão dos pecados; e aguardo a ressurreição dos mortos e da vida do mundo
vindouro.”

O Senhor conhece os Seus.

Eduardo

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2 thoughts on “Nosso Papel

  1. É importante destacar que não há muita edificação mas isso para nós que somos cristãos para quem é, somente a dúvida poderá gerar uma certeza, ou seja, somente através da dúvida que alguém poderá se tornar convertido…Falows

  2. E aí Raphael, tudo certo?Eu creio que você está certo em um ponto: essas pretensas teologias servem apenas para gerar dúvida no povo cristão, elas não geram nada além disso.Já em relação ao não cristão, meu medo é que, por ser um “evangelho” muito light, a pessoas fique nisso, e não haja dúvida gerada em seu coração, nem anseio e nem busca. Mas daí, eu preciso crer em algo que não creio: que nós temos alguma parte em nossa salvação. Já que não temos, e de fato é de Deus todo o trabalho, creio que Ele se encarregaria de levar tais pessoas a níveis mais altos e melhores de entendimento.Um forte abraço!

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