2015 foi um bom ano musical. E 2016 promete.

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Se tem uma coisa que eu gosto é de acompanhar o que os meus amigos têm feito com seus projetos musicais. E pela graça de Deus, eu tenho muitos amigos com projetos musicais. 2015 foi um ano cheio de bons lançamentos que, infelizmente, devem ter passado desapercebidos pela maioria das pessoas. É uma pena que tanta música boa tenha chegado a tão pouca gente. E como 2016 já apresenta um prognóstico semelhante ao do ano passado, pensei em atualizar os distintos amigos com o que foi lançado no ano passado, o que já foi lançado este ano, e aquilo que vocês podem (e devem esperar) pelo desenrolar deste novo calendário.

A listagem não tem uma ordem cronológica, nem de gosto. E é bem possível que eu, na minha crescente senilidade, tenha esquecido um ou outro. Caso isso tenha ocorrido, atualizarei o texto.

Interlúdio

A banda carioca é uma das que eu gosto há tempos. Liderada por Diego Marins, a Interlúdio trouxe em seu disco de estréia um álbum recheado de guitarras e instrumentais de qualidade, resultando em um dos melhores discos que ouvi este ano. Diego escreve com uma facilidade incrível. Por favor, ouça.

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Comune

Comune é a banda do Fabiano e do Dilon, amigos já de longa data. Com produção de Jordan Macedo (que já produziu Palavrantiga, dentre outros), o disco foi lançado quase no final do ano passado e está disponível nas principais plataformas online. Quem está ligado no Deezer, pode ouvir o trabalho na íntegra.

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Nooma

Eu sempre fui fã de Post-Rock. Daí vêm os meninos no Nooma e fazem um post-rock “made in Rio de Janeiro”, com o calor do Espírito a substituir o frio dos mares do Norte. Um som extremamente bem-feito, bem produzido e com os toques de peso e eteralidade na medida certa. Os meninos disponibilizaram o disco para download gratuito, embora você possa encontrá-lo nas principais plataformas online.

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Sonar

A banda Sonar é amiga de longa data, há pelo menos 8 anos. Tive a oportunidade de participar indiretamente de dois trabalhos deles, fazendo a arte gráfica do material. Seu novo CD, Neon, foi lançado há alguns poucos meses, e pode ser ouvido integralmente nas plataformas de streaming.

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Solas

A primeira banda fora do Rio a figurar aqui. O Solas são uma dupla do interior de São Paulo e causaram um bom alvoroço com seu EP de estréia. Com letras bíblicas e um som bem folk, conquistaram uma boa base de adeptos. Seu EP de estréia pode ser baixado gratuitamente na internet.

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Domonte

Mais uma banda do Rio, e com um interessante dado em comum com os Solas. O EP de estréia (que pode ser baixado gratuitamente) foi produzido por Guilherme Andrade, que representa 50% dos Solas. Um bom trabalho com algumas regravações, focado na música congregacional.

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Rodrigo Motta

Mais um participante originário de São Paulo, mas que atualmente vive no Rio de Janeiro. Rodrigo vem de uma larga bagagem no meio da música cristã (seus pais foram membros fundadores do Som Maior, um dos grupos ajudaram a formar a mentalidade musical cristã brasileira na década de 80). Seu último trabalho, um EP com três faixas, é uma excelente adição para qualquer playlist. Pode ser ouvido nas melhores plataformas de streaming.

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Gilmore Lucassen

Um participante internacional. À época co lançamento de seu disco de estréia, Gilmore morava na Inglaterra. Gilmore é amigo de muitos anos, líder de louvor e excelente músico. Seu disco foi lançado pela gravadora Gold Ship Records, e pode ser ouvido nas melhores plataformas streaming. Todo gravado em inglês, o disco é bem agradável.

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The Resident Boss

Capitaneado por Evandro Sudré, missionário das 1001 facetas, o Projeto é na verdade uma grande colaboração de Evandro (que produz tudo em seu home studio) e diversos amigos. Eu mesmo já participei de uma das faixas online. O foco do projeto é o lançamento de vídeos, geralmente na página do Facebook. Vale a pena dar uma olhada.

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Soundcloud

Esses foram os lançamentos musicais de 2015 que me mantiveram ocupado. É claro que houveram outros, e por isso esta lista não se dá na base de ordem qualitativa. São bandas e projetos de amigos que admiro, respeito e gosto.

Creio que em 2016 teremos uma boa leva de lançamentos. É ficarmos atentos!

Um abraço,

Eduardo Mano

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Velhas Verdades em Portugal, 04

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Este nosso tempo em Portugal serviu para reafirmar algumas coisas que estavam em meu coração há tempos, mas que por diversos motivos acabaram perdendo a força. E esse novo vigor veio, em primeiro lugar, pela Graça de Deus. Em segundo lugar, veio pelo encontro – finalmente – de alguns amigos já antigos, mas que só conhecia pela internet. E o primeiro deles é o Tiago Cavaco.

A primeira vez que ouvi falar do Cavaco foi em 2008, e ele ainda atendia pela alcunha artística Tiago Guillul. Foi algo transformador para mim. Ouvir um músico português, reformado, que aspirava o ministério, criador do próprio selo e referência em seu país, foi algo que me deixou atordoado. Tentei consumir o que conseguia a seu respeito: busquei entrevistas em sites, músicas no youtube, tentei baixar – e consegui – seus discos de forma ilegal (essa é uma confissão que apenas agora ele saberá). Tudo o que lia e ouvia a seu respeito me deixava admirado.

Descobri seu blog e tornei-me leitor assíduo. Descobri que ele tinha um email, e escrevi. Para minha surpresa, ele respondeu. Daí iniciamos uma amizade que tinha a internet por base. De lá para cá, fiz uma participação em seu disco de 2012 (Amamos Duvall, na faixa Dança como David) e convidei-o a participar e produzir um trabalho meu (ainda por concluirmos esta parte). E então viemos para cá.

Logo que soubemos que viríamos para cá, dando continuidade aos estudos de Eline, pensamos que deveríamos “redimir” esta viagem, e nos propusemos a servir como missionários em Portugal, junto às igrejas que abrissem as portas para nos receber. Disso vocês já sabem. A primeira pessoa com quem fizemos contato para tanto foi com o Cavaco, e como nossas passagens de entrada no país seriam por Lisboa, ele e sua esposa, Ana Rute, nos receberam em sua casa nos primeiros dias.

Uma nota pessoal. Conhecer os Cavaco foi, para mim, uma realização pessoal, tamanha a influência que eles (sim, o casal Tiago e Ana Rute) têm em minha vida. A forma como criam seus filhos, o empenho no ministério eclesiástico, a vida que mais se assemelha a uma doxologia. Eu já os amava antes mesmo de vê-los.

Infelizmente por conta da distância (eu e Eline estamos no Porto, norte de Portugal, e eles em Lisboa), foram poucos os momentos em que estivemos juntos, mas todos muito proveitosos. Tanto que o último foi um dos pontos altos da minha “carreira” musical. Contarei esse momento.

O Cavaco tem se destacado não apenas como músico e pastor, mas também como escritor. No ano passado lançou seu primeiro livro, sobre casamentos, e este ano já lançou mais dois: um como organizador e escritor e outro baseado em uma série de sermões que pregou.

Para o lançamento deste último livro, ele veio a Gaia (cidade vizinha ao Porto, ligada pelo metrô), e, óbvio, eu e Eline fomos. Conversando sobre a possibilidade de nos vermos, ele me convidou para cantar algumas músicas com ele durante o lançamento. Óbvio que aceitei. O problema é que eu precisava conseguir um violão. O que eu não consegui. Comuniquei a ele por email e nos conformamos com a possibilidade de um abraço.

Chegando no shopping onde seria o lançamento – que teve um outro ponto alto, já que pude conhecer outro português da internet, o Jorge Oliveira – pudemos conversar por alguns minutos antes que ele tivesse que ir para a mesa da entrevista. Estava muito feliz só de estar ali. O Tiago é um cara gente fina e tê-lo como amigo é realmente um privilégio. Ouvir algumas das linhas do livro na voz do Jorge e ver como um pastor batista, marido, pai de quatro filhos e músico punk é tão relevante para o cristianismo em Portugal foi uma inspiração.

E então ele foi para o violão, e começou a tocar os primeiros acordes de Igrejas Cheias ao Domingo (do disco que ele lançou em 2008, que me levou a conhecê-lo). E isso aconteceu (assista o vídeo abaixo).

igrejas cheias ao domingo from rute carla on Vimeo.

Não preciso dizer que foi um momento épico para mim. Coisas que Deus concede que são graça pura. E força para continuar algumas coisas.

Iniciei o texto dizendo que algumas coisas foram reafirmadas. Uma delas é o Velhas Verdades Discos. Nunca falamos abertamente nisso, mas em conversas com o Diego e com o Rafael, chegamos a anunciar entre nós o fim do selo. E isso caminhava para ser o futuro mesmo: apenas uma ideia que foi legal, mas nada além. Esse tempo aqui em Portugal tem servido para mostrar que o selo é importante, e deve continuar. Portanto, em 2016 vocês devem ouvir falar dele ainda.

Se você é um dos 5 que conseguiu terminar de ler este texto, obrigado. Ore por mim e por Eline, e pelo ministério que Deus nos tem dado. ore também pelo Tiago e pela Ana Rute, por seus filhos, pela Igreja Baptista da Lapa e por tudo o que está em suas mãos. Eles são queridos, tementes a Deus, e certamente o trabalho deles em Portugal não é em vão. Na verdade, todos os trabalhos que temos conhecido aqui, nenhum é em vão. Ore pelos que semeiam e colhem em Portugal.

Um abraço!

Eduardo e Eline Mano

Lançamentos Gratuitos

Amigos, vocês sabem que eu falo a língua do “música cristã gratuita”, certo? Não acho que os músicos têm que abrir mão do sustento que nos é de direito (e por isso, no meu caso, vendo CDs, além de dá-los de graça na internet). Mas isso é outro papo. O que eu gostaria aqui é de divulgar o lançamento de dois discos de amigos e irmãos. Ambos os discos foram lançados oficialmente esta semana.

Pela ordem de lançamentos:

Rodrigo Motta, músico de São Paulo que agora vive aqui no Rio, lançou esta semana seu EP Livre. Não vou tentar rotular o som, apenas direi que gostei bastante. O Rodrigo é um cara simples e, embora eu não o tenha conhecido pessoalmente (ainda), teve a preocupação de lançar um trabalho bonito. Eis aí uns links para facilitar a sua vida:

Rodrigo no Facebook
Site do Rodrigo

Clique na capa do disco para chegar na página de Download (ele pede uma postagem no Facebook em troca do download. Acho muito válido, é fácil e rapidinho).

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Trinidad é uma banda de Brasília formada por alguns amigos. E eu confesso que há tempos que eu queria ouvir este EP, então foi com muita alegria que recebi o link do Guilherme, vocalista e violonista da banda. Eu gostei bastante da gravação e do resultado bonito do EP. Também não vou rotular o som, e espero que este disco encontre lugar no player dos leitores. Eis aí os links:

Trinidad no Facebook

Clique na capa para baixar o disco (a banda utilizou uma ferramenta que eu já uso, e devo focar mais nela: o bandcamp. Para baixar, no lugar onde está escrito Buy Now você clica, e uma caixa irá abrir. Digite 0 no valor e vc será levado ao download – daí tem que clicar na palavra Download, depois – você vai entender. Embora seja gratuito o download, nada impede que você dê uns trocados – via cartão de crédito – para a banda).

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O que mais importa:

Tanto o Rodrigo quanto a Trinidad são cristãos. Ambos os trabalhos falam explicitamente de Deus, mesmo que utilizando abordagens diferentes. Ambos os trabalhos, creio, exaltam a Cristo. Vejo ambos os discos como excelentes obras a serem acrescentadas na história da música Cristã brasileira, e espero que Deus use ambos os trabalhos para que Seu Reino avance da forma como Ele mesmo quer.

Que Deus os abençoe!

Mano

Pôsteres – Download Grátis

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Muitas pessoas ainda perguntam a respeito dos pôsteres, e eu fico sem saber como responder a isso. A administração da impressão / envio é complicada e demandaria mais tempo meu. Por isso, decidi fazer algo que, creio, vai agradar aos amigos: vou disponibilizar gratuitamente as artes em alta resolução para que aqueles que quiserem, possam imprimir em sua cidade. Basta ir na aba Downloads aí no topo (ou clicar aqui) e você será direcionado para a página das artes.

Para baixar os arquivos, clique na miniatura e o download terá início. Há duas formas de isso acontecer: ou o arquivo jpg irá baixar automaticamente no seu browser, ou a imagem irá carregar na tela. Neste caso, basta clicar com o botão direito do mouse e escolher “salvar a imagem como”. O resto você já sabe. Todos os arquivos estarão em RGB, 300DPI e no tamanho 31 x 45 cm (super A3). Basta levar numa gráfica rápida, escolher o papel da sua preferência e mandar imprimir.

Você pode baixar os arquivos gratuitamente mas caso queira contribuir com o ministério, fique à vontade para enviar uma oferta de amor. Basta me mandar um email (clicando aqui) e a gente vê isso. É isso amigos. Em breve teremos mais artes para download.

Um abraço, Mano

Confessando o Confessional

maxresdefault-1-copyAmanhã, dia 30 de janeiro de 2014 (escrevo a data assim, completa, para que, em alguns anos, quando alguém visitar este blog e ler a frase “amanhã é o lançamento do Confessional”, isso não soe absurdamente datado, e passe apenas como nota histórica) é o lançamento do Confessional, primeiro álbum do Diego Marins. Este não é um texto de review do disco, mas sim uma defesa da frase que escreverei a seguir: este é o disco cristão mais importante a ser lançado, ao menos este ano – e olha que eu mesmo devo soltar um ou dois projetos em 2014.

Você pode achar que estou exagerando, mas quero explicar minhas razões. Ei-las, as razões, em tópicos:

1 – Confessional é um disco bíblico. Todas as músicas estão carregadas de verdades bíblicas e todas, intencionalmente, exaltam a Cristo como Senhor soberano sobre nós. Todas, sem excessão. Até a faixa instrumental (eis aí um spoiler – teremos outro). A Bíblia comanda, em Salmos, que exaltemos a Deus com cânticos. Também comanda que o façamos com habilidade e alegria. Lemos isso tudo no Salmo 33, versos 1 a 3. Diego prova ser um rapaz fiel a Deus e a Sua Palavra, seguindo estes comandos.

2 – Confessional é um disco honesto. Não há como ser mais honesto quando você grava suas músicas no mesmo quarto onde você as compõe, e onde também dorme, estuda, ora, lê, descansa. Confessional foi concebido e produzido em um lugar de refúgio, e vemos como o relacionamento de Diego com Deus é algo verdadeiro e genuíno. Não há holofotes nem grandes efeitos de estúdio. Tudo o que ouvimos é obra da criatividade e trabalho árduo (sim, pois o disco demorou mais de um ano para ficar pronto) de Diego, que no final do caminho contou com a habilidosa ajuda (e mais: benção) de Max Folgado, que lapidou a obra e deu o trato que ela merece.

3 – Confessional é um disco atual e atemporal. Ambas estas distinções não são auto-excludentes. Ele é atual pois usa elementos de nossa época para que a mensagem seja transmitida: os ruídos, os pads de teclado, os loops (que de tão orgânicos, não dá pra dizer que são loops), as referências musicais. Tudo diz respeito a este momento em que vivemos. Mas ao mesmo tempo, sinto em meu coração que ele não é datado: o disco terá vida longa. O Folk que inspira Diego, mesmo sendo feito por artistas modernos, bebe da mesma fonte que inspirou os Vencedores por Cristo a gravarem, em 1977, a canção Sinceramente. A releitura de Como a Corça (mais um spoiler), escrita em 1981 por Martin Nystrom, torna a canção como nova para aqueles já acostumados com este velho cântico, e faz uma justa homenagem a uma época em que o louvor e adoração eram de fato para a honra e glória de Cristo, e não para a honra e glória dos cantores. Confessional será ouvido por muitos e muitos anos.

4 – Confessional é um disco bonito. E por bonito eu quero, na verdade, dizer lindo. Faz muito tempo que não me emociono ao ouvir músicas que de fato honram a Cristo – espero que ao ouvir o disco, você tenha a mesma sensação que eu. Diego Marins criou uma obra de rara beleza, algo que não ouviríamos se saísse pela mesmice genérica das gravadoras.

Espero que você acredite que eu não escrevo isso apenas por ser amigo do Diego. Ele não sabe que eu estou, neste momento, na madrugada de uma quarta-feira, escrevendo este texto. Fiz isso pois, movido pela alegria de escutar o mesmo disco há três dias, e com o coração cheio de gratidão a Deus pela vida do Diego, eu precisava dizer aos meus amigos, e aos poucos que param por aqui neste espaço, que Confessional é um dos discos mais importantes que ouvi em um bom tempo. Comparo-o, em importância, ao irrevogável Canções à Meia Noite, do mestre Stênio Marcius. E espero em Deus que este seja o sentimento em seu coração após ouvir algumas vezes o disco, que será disponibilizado gratuitamente na internet amanhã.

É uma honra poder fazer parte da história do Diego, já que o disco será lançado pelo selo que eu, ele e o Rafael Porto estamos montando juntos. Mas Confessional já existia antes do selo existir. Confessional era certeza desde a eternidade, assim cremos. E por mais que eu não entenda as razões pelas quais nosso Deus, em Sua Santidade, permita que “artistas” cuspam no mercado discos que não apenas são contrários aos ensinamentos Bíblicos, como também desonram a Cristo e Seu Reino, louvo a Ele por Sua graça, manifestada na vida do Diego, e que diligentemente traduziu em canções seu amor por Jesus.

Termino com um recado pessoal ao Diego:

Cara, eu te amo. É uma honra ser teu irmão. Que o Senhor continue te abençoando, e que você seja sempre esta ferramenta pronta nas mãos do Mestre.

Em Cristo,

Duda

Lançamento do Vídeo e surpresa!

Bom, vocês devem (ou não) ter percebido que esta semana não teve o PIEQRecap nem o Keith Quintas… mas foi por um bom motivo. Estávamos trabalhando nos ajustes finais do vídeo A Tua Voz me Chamava que foi lançado ontem e você assiste aqui:

Outra coisa legal é que o vídeo alcançou, em pouco mais de 24 horas, a marca de 1900 views. Ficamos muito felizes com isto… Deus foi muito bom e gracioso! E como eu sou um cara bonzinho, gravei aqui em casa uma versão reescrita do hino Fonte és Tu de Toda Benção, um dos meus hinos favoritos. Você pode baixar e ouvir logo abaixo:

Dou graças a Deus por todas estas coisas. Tudo isto, tanto o vídeo quando a faixa, são para que o Nome de Cristo seja exaltado acima de nós, em Glória, e que Sua Palavra seja transmitida. Compartilhe o vídeo e a faixa, ajude-nos nesta tarefa de espalhar o Evangelho!

Muito obrigado pelo carinho de todos.

Eduardo Mano

SDG

 

Camisas "Sem Fé", pela Virá

Como eu falei aqui neste post, os amigos da Virá aprontaram a camisa baseada no poster que o Renan Valadares fez da música Sem Fé. Para vocês verem que não era mentira minha, que a palavra do crente tem que ser sim, sim, não, não, eu nem postei a notícia ontem, 1º de abril. 🙂

Bom, se você quer saber como elas ficaram, dá uma olhada nas fotos abaixo. A marrom é para o time dos meninos e a branca é para o time das meninas. 🙂

Eu estou (claro) muito feliz com o lançamento, mas quero que todos entendam uma coisa: tudo que for feito pela gente, ou pelos amigos que Deus tem muito graciosamente colocado em nosso caminho, não é para exaltar a nós mesmos. É para que o Nome de Cristo seja exaltado. “Mas Cristo pode ser exaltado através de uma camisa?” Depende. Se você veste a camisa apenas pela beleza dela, não. Mas se ela reflete algo interno, algo que foi mudado pelo poder do Espírito Santo, e ousar a camisa (qualquer camisa, entenda) é apenas uma externalização em forma de arte e moda, então creio que sim. Caso alguém entre em debates por causa da mensagem, lembre-se do post onde explico e dou a base bíblica para a música (post aqui) e seja feliz. 🙂

A Cristo, e só a Ele, toda honra e glória.

Um forte abraço!

Eduardo