[Novo Single] – A Páscoa de Jesus

Amigos, estou disponibilizando hoje um novo single, com um motivo Pascal. A música “A Páscoa de Jesus” pode ser ouvida gratuitamente no Youtube e no Bandcamp. Nesta segunda opção, é possível também realizar o download gratuito da faixa (caso queiram ofertar algo por ela, será recebido com gratidão – mas de maneira alguma é condição para o download). Você também pode baixar a cifra da música aqui, caso tenha interesse em tocá-la em sua casa.

A Páscoa de Jesus_cifra

Infelizmente a faixa não chegará a tempo da Páscoa nas plataformas de streaming devido a um pequeno problema burocrático, mas já estou resolvendo a questão.

Essa música foi composta no ano passado para a Páscoa das crianças da Igreja Baptista da Graça, onde eu e minha família congregamos e servimos como missionários. Infelizmente não a conseguimos gravar no ano passado mesmo, mas com a graça de Deus consegui produzi-la em casa, como uma das formas de aproveitar esse tempo de quarentena.

Espero que esta canção seja benção para a Igreja e que Cristo seja honrado e dignificado através dela, e que a Verdade da Páscoa seja a alegria, conforto e esperança para todos nós, em tempos tão sombrios.

Cristo ressuscitou, Aleluia! Sim, verdadeiramente ressuscitou!

SDG

Não deixemos de reunir-nos – A Igreja em tempos de Pandemia

Muito é falado a respeito dos hábitos, como adquiri-los ou perdê-los. Inúmeras lendas urbanas afirmam que podemos adquirir hábitos se os mantivermos por 30 dias consecutivos, mas os estudos científicos conhecidos dizem algo diferente. Na década de 1950, o Dr. Maxwell Maltz, um cirurgião plástico, percebeu que seus pacientes levavam, em média, um mínimo de 21 dias para acostumarem-se com as mudanças realizadas em seus corpos. Isso fez com que Maltz publicasse um livro na década de 1960, intitulado “Psico-Cibernética: Uma nova maneira de extrair mais vida da Vida” (em Português, o livro saiu com outro título). Dr. Maltz é considerado por muitos o precursor da auto-ajuda (o que, creio, desqualifica seu trabalho como científico).

Em 2009 uma equipe liderada pela Dra. Phillippa Lally realizou nova pesquisa sobre o mesmo tema e identificou que, em média, são necessários 66 dias para que novos hábitos sejam adquiridos (sendo que, dentro do grupo pesquisado, alguns indivíduos levaram 18 dias, enquanto outros levaram 254 dias). O estudo foi conduzido dentro do programa de pós-doutorado da University College London e publicado no European Journal of Social Psychology.

Lidamos com hábitos diariamente. Alguns têm o hábito de tomar café logo que acordam, outros fazem exercícios. Alguns fazem sua leitura devocional pela manhã, outros à noite. Há famílias que realizam o culto doméstico semanalmente enquanto outras, diariamente. De fato, hábitos são adquiridos com o tempo, com a repetição, no dia a dia.

E então somos todos surpreendidos com um vírus que assola todo o globo e nos obriga à reclusão. Famílias são divididas, amigos separados, netos não podem visitar seus avós. Termos em inglês, como home office e homeschooling, passam a fazer parte do cotidiano de boa parte da população, em quase todos os países. Igrejas têm suas portas fechadas por tempo indeterminado. Tudo isso no esforço de frear a expansão de um vírus que não discrimina seus hospedeiros, e é implacável para uma grande parcela da população.

Há muitas coisas que temos sido forçados a aprender em muito pouco tempo. Temos chorado com os que choram (o número de mortos aumenta a cada dia – e ainda vai aumentar). Temos aprendido a viver em casa (já que muitos de nós passávamos a menor parte de nossos dias em casa). Igrejas têm aprendido a transmitir na internet, de uma forma ou de outra, mensagens ou pequenos momentos de louvor para que seus membros possam assistir enquanto estão reclusos. Creio que as lições que levaremos deste momento serão preciosas para que no futuro saibamos agir com mais rapidez a problemas como este. 

Entretanto, o isolamento também revela o que há de pior em nós. Casos de violência doméstica têm aumentado. Na China, os números de divórcio aumentaram substancialmente após a quarentena, uma vez que os casais simplesmente não sabiam como conviver por tanto tempo juntos (e não duvido que veremos algo semelhante por todo o mundo). Há especulações quanto ao eventual aumento na taxa de suicídios, uma vez que a diminuição da renda e o desemprego chegarão a boa parte da população.

Como Igreja, há muito o que devemos fazer para que estes tempos tenebrosos sejam recortados com a Luz do Evangelho. A Igreja deve ser o Farol que, em meio à escuridão, guia uma sociedade sem rumo para o caminho seguro. A boa utilização das redes sociais e dos meios de comunicação virtuais será o nosso campo. Precisamos usá-lo com sabedoria, de forma que o Nome de Cristo seja dignificado, honrado e tornado ainda mais conhecido através de nossas ações.

Mas há um fantasma que ronda este período incerto de quarentena e isolamento. O perigo do hábito. O perigo do conformismo e da acomodação. E creio que este é um tema que merece a nossa oração desde já: como será a frequência às nossas igrejas uma vez que tudo voltar ao normal, ou pelo menos a um nível em que seja minimamente seguro abrirmos nossas portas para receber as congregações? Qual será a resposta de milhões de cristãos, em todo o mundo, à quebra do hábito adquirido de “consumir igreja” através de uma tela, no conforto de sua sala?

Em Hebreus 10.25, lemos as seguintes palavras:

“Não deixemos de reunir-nos como igreja, segundo o costume de alguns, mas encorajemo-nos uns aos outros, ainda mais quando vocês vêem que se aproxima o Dia.”

O contexto que antecede essa passagem é, resumidamente, que Cristo adquiriu, de uma vez por todas, todos os benefícios que a Lei não conseguia. Cristo, como perfeito sacerdote, ofereceu o sacrifício perfeito por todos nós. Isso seria suficiente para que, na cabeça de alguns, não fosse mais necessário que nos apresentássemos diante de Deus como assembléia, uma vez que através de seu único e perfeito sacrifício, Cristo aperfeiçoa todos os que estão sendo santificados (Hb.10.14). O próprio Espírito testifica, dizendo-nos que nossos pecados não seriam lembrados (Hb.10.17). Qual a necessidade, então de irmos à igreja?

Temos a resposta a esta pergunta nos versos 19 a 24 de Hebreus 10. Se temos um novo e vivo caminho aberto à nossa frente, mérito de tudo o que Jesus fez para a glória de Deus e por nós, devemos deixar de lado a acomodação e ir em direção a Ele. Primeiro pela Esperança que temos em nosso coração, fruto da redenção recebida: a Esperança de que estaremos, um dia, face a face com Cristo, e O conheceremos plenamente, como somos conhecidos (1Coríntios 13.12). Essa Esperança nos leva a manter um relacionamento com Cristo aqui na terra, sabendo que ele será ainda mais profundo e íntimo na Glória.

O segundo motivo é este: “E consideremo-nos uns aos outros para incentivar-nos ao amor e às boas obras” (Hb 10:24). Devemos congregar pois necessitamos do incentivo de outros irmãos. Necessitamos do contato, das experiências, do levantar as mãos juntos, do dobrar os joelhos unidos. Necessitamos até mesmo dos problemas que surgem quando pecadores convivem juntos. Pois “assim como o ferro afia o ferro, o homem afia o seu companheiro” (Pv. 27.17). E é por isso que o autor de Hebreus conclui este longo trecho com o conselho de que não deixemos de reunirmo-nos como Igreja.

E por isso, creio, e humildemente digo, que não deveríamos chamar nossas transmissões de cultos online. Podem ser mensagens, claro. Pode também ter louvor, claro. Mas serão apenas reuniões. A prática do culto requer que adoradores, cheios da esperança que foi depositadas em seus corações pelo Espírito, entrem confiantemente na presença de Deus, unidos, um só corpo, com todos os problemas e maravilhas que ajuntamentos podem nos trazer, na certeza de que cada conversa, cada oração, cada momento é utilizado por Deus para afiar-nos uns aos outros.

Devemos orar para que Deus traga incômodo aos membros de nossas igrejas. Um santo incômodo de, no primeiro domingo em que estivermos livres para nos reunirmos, sairmos todos de nossas casas para a assembleia solene que é a reunião dos simultâneamente justos e pecadores na presença de Cristo Jesus. E que cada um de nós tenha um salmo em nossos lábios, cantando “alegrei-me quando me disseram: vamos à casa do Senhor” (Salmo 122.1).

Que O Senhor esteja conosco.

Dois Dedos de Teologia

Há uma semana atrás (ou algo assim) estive com Eline, Sarah e meus sogros em São Paulo para visitar meus cunhados. O que Deus nos reservava era estar na mesma cidade que Yago e Isa. Algumas mensagens de Whatsapp e pronto: agendamos um encontro.

Como Yago está no empenho de regravar tudo o que um dia fez parte do acervo do Dois Dedos de Teologia, aproveitamos que ele pregaria na Presbiteriana de Pinheiros e gravamos um vídeo por lá. Tem participação de minha filha Sarah, do Geolê, e também a comemoração pelos 5 anos do Webdocumentário Ministérios Fracassados. É… o tempo voa!

Sem mais delongas, eis o resultado deste encontro:

Cuidado, Olhinho, com o que Vê

Nesta época em que a imagem prevalece como registro-verdade de momentos e fatos, é muito importante nós, como cristãos, guardarmos nossos olhos, mentes e corações do que vemos. E eu aqui não me refiro a imagens sensuais ou pornográficas. Estou falando mesmo das inúmeras fotos que vemos de igrejas em seus cultos dominicais.

Durante muitos anos eu fui um daqueles jovens deslumbrados com todo o movimento de adoração que nascia no Brasil e no mundo. Comprava CDs, traduzia músicas, juntava os amigos da igreja (e de outras igrejas) em bandas que ensaiavam à exaustão para tocar cover dos hits do momento. Jurava que isso ia dar em alguma coisa e, obviamente, estava errado, para a glória de Deus.

Em uma época de Orkut e blogs, era fácil ter acesso ao que as bandas que eu admirava estavam fazendo. Turnês fantásticas, amizades com outras bandas, lançamento de discos… tudo com muitas luzes, shows lotados, uma coisa impressionante. Eu, então no início dos meus 20 e poucos anos, já sabia como gastaria meus dias.

As imagens que eu via tinham sobre mim o poder de me fazer desejar aquilo para a minha vida e ao mesmo tempo traziam um peso depressivo, um prenúncio de que minha vida não seria daquele jeito. Eu cobiçava e murmurava por causa de fotos de bandas tocando em igrejas.

Eu sei, isso soa muito, muito ridículo. Mas o ponto é: eu tenho certeza de que existem hoje jovens vivendo desta mesma forma. Embora as plataformas tenham mudado (O Orkut nem existe mais), imagens deste tipo ainda deslumbram muitos jovens que têm o desejo de servir a Deus através da música ou da palavra. Eles seguem os perfis de Instagram de pastores, bandas, preletores, pseudo-celebridades (ou ainda, auto-intituladas celebridades) e imaginam quando terão uma agenda cheia como a deles, quando eles serão convidados a participar daquele mega-evento onde anualmente pagam uma pequena fortuna em inscrições, hospedagem, livros e CDs que provavelmente nem serão abertos, quanto mais lidos e ouvidos.

Amigo, é provável que você nunca tenha isso na sua vida.

Ao final de um domingo qualquer, quando as igrejas, ministérios, líderes e mais seja lá quem for terminam de carregar suas fotos no Instagram e no Facebook, sobem seus vídeos no Stories cheios de frases de efeito e stickers para que tudo fique über-cool, milhares e milhares de jovens vêem estas imagens e não sabem muito bem como lidar com elas. No vídeo onde uma multidão de jovens pula ao som de um novíssimo cântico, há aqueles que pensam que suas igrejas também deveriam ser assim. Naquela foto linda do pregador em pose assertiva com o microfone na mão, a luz certa (e o filtro exato) e as roupas caras da moda, muitos jovens se questionam quando terão fotos assim tiradas, quando pregarão em eventos cheios, e não apenas na congregação de sua igreja, onde se reúnem 30 pessoas no domingo à noite. Na foto da banda passando o som antes de um culto, jovens se imaginam tocando em eventos gigantescos, ao lado dos nomes mais famosos da atualidade. E veja, não necessariamente este seja um problema ou erro de quem posta, mas sim de quem vê.

Eu sei disso amigos, pois se eu não guardar meu coração, eu acabarei desejando estas mesmas coisas. Contas no Instagram, páginas no Facebook, nada disso é errado. Tirar fotos super legais e vídeos irados aos domingo, creio que também não seja errado. Eu mesmo tenho tais contas e posto fotos e vídeos. Mas tornar o serviço à Igreja algo com um fim em si mesmo (ou seja, a finalidade de participar de eventos, viajar, gravar CDs ou escrever livros é simplesmente ter um ministério) é errado. É tentar roubar a Glória de Deus, a quem todo serviço à Igreja se destina. A pregação, a adoração, missões, o aconselhamento, o discipulado, a classe de jovens, o berçário: tudo isso serve para a Glória de Deus.

Deus não divide sua glória com ninguém. Ele tem zelo por Sua glória. Quando trabalhamos para que esta glória seja louvada, não importa se pregamos para 30 ou para 3000. Não importa se estamos dirigindo o louvor em um grupo pequeno ou em uma igreja com 1000 pessoas. Quando reconhecemos que a glória é de Deus e quando nos empenhamos em bendizer Seu Nome, números têm pouca influência em nossa atitude.

A Ele toda glória!

Eduardo Mano

Reflexões pós sermão

No último domingo, preguei na igreja na qual congregamos, a Presbiteriana do Bairro Imperial, em São Cristóvão. O texto foi Lamentações 5.1-7. Foi um daqueles sermões pregados primeiro para mim mesmo. Dele, tirei três pontos de aplicação. Talvez a leitura do texto e as aplicações não sejam instantaneamente relacionáveis, pois… bem, teve um sermão inteiro entre ambos. Mas de qualquer forma, gostaria de deixar as aplicações aqui, ma esperança de abençoar alguém.

Deus está atento às nossas orações e petições. Ele ouve. Isso é diferente de termos uma resposta rápida ou mesmo qualquer resposta para as nossas petições. Mas em uma aplicação rápida, assim também funciona em nossas famílias. Não deixamos de amar nossos pais simplesmente por termos ouvido um não. Quanto mais a Deus.

Nossas aflições são momentâneas. Terão um fim. Algumas durarão dias, outras, meses, e ainda outras, anos. Para alguns, durarão todas as suas vidas. Mas certamente terão um fim, seja aqui nesta terra, seja no encontro com Cristo, nos céus. Essa perspectiva deveria guiar nossas vidas. Nosso encontro com Deus é certo, e Ele prometeu que na Cidade que preparou para nós, não haverá nem choro, nem dor, nem morte.

Mesmo na feiura do mundo após a queda, Deus mantém o controle de tudo. Ele está assentado em Seu alto e sublime trono. E é Ele mesmo que provê a graça necessária para vivermos neste mundo caído. Lembram-se de nossos pais, lá no jardim, após comerem do fruto? Deus manifestou sua graça a e misericórdia sobre eles já naquele momento. Em Gênesis 3.21, lemos que Deus lhes fez túnicas antes de lançá-los fora do Jardim. Se Deus tivesse prazer em simplesmente expulsá-los, Ele não teria agido desta forma. Sua Graça se manifesta neste mundo caído.

Que nossas vidas tenham sentido por esta Graça.

Que Ele nos abençoe.

Somente a Deus a Glória.

Quero Trazer à Memória

São 2h da manhã e não consigo dormir. Já passei por isso antes, embora por questões diferentes (assim espero). O fato é que a “vida” tem trazido não apenas limões, mas todo o hortifruti, e fazer com que tudo caminhe com certa tranquilidade não tem sido tarefa fácil. Alguns dias são melhores que outros, e infelizmente este é um dos piores. E o calor do Rio de Janeiro não ajuda.

No próximo domingo eu levarei a mensagem na Igreja onde temos congregado. O texto a ser pregado é o de Lamentações 5.1-7, mas o contexto me obriga a passar por Lamentações 3.21. “Quero trazer à memória o que pode me dar esperança”.

Um dos exercícios que fiz neste início de madrugada foi ler algumas postagens antigas aqui do blog. Encontrei o post que escrevi no dia em que gravamos as faixas que comporiam o Canções para Grupos pequenos. Também encontrei uma postagem alusiva ao dia anterior à derrota do Fluminense para a LDU (na verdade o Flu ganhou a partida, mas não foi suficiente para reverter o resultado) na Final da Libertadores de 2008.

A vida é feita de momentos que, eventualmente, nos permitem enxergar o quadro todo. Mas enquanto vivenciamos estes momentos, o que vemos é a parte. Nem sempre a parte é agradável. Por exemplo: encontrei uma postagem do dia em que fui demitido de um antigo emprego. Por outro lado, encontrei, a postagem do dia em que entrei no meu atual emprego (18 de outubro de 2008).

Seis meses separaram as duas datas, e muita coisa aconteceu no meio tempo. Momentos. O grande quadro foi visto apenas depois. O que quero dizer é: enquanto peregrinos, nossa função é rumar à cidade que nos foi prometida. E esta caminhada, amigo, leva tempo. Para alguns, mais tempo do que para outros, mas ainda assim, é tempo. Por isso é importante ter em mente o que pode trazer esperança.

Lamentações 3 é um bom companheiro nestas horas da madrugada, sozinho. Em determinado momento, o texto nos diz assim:

Bom é para o homem suportar o jugo na sua mocidade.
Que se assente ele, sozinho, e fique calado, porquanto Deus o pôs sobre ele.
Ponha a sua boca no pó; talvez ainda haja esperança.
Dê a sua face ao que o fere; farte-se de afronta.
Pois o Senhor não rejeitará para sempre.
Embora entristeça a alguém, contudo terá compaixão segundo a grandeza da sua misericórdia.
Lamentações 3:27-32

Que coisa mais doida! Parece até que o texto está falando comigo!

E quem disse que não está?

Preciso deste exercício: trazer à memória o que pode dar esperança. Lembrar que Deus tem o controle sobre tudo, inclusive sobre qualquer jugo. Saber que Ele terá compaixão segundo a sua misericórdia. E lembrar que Cristo, o homem de dores, caminha comigo em qualquer sofrimento, pois Ele mesmo experimentou isso aqui.

Se a vida te dá um hortifruti, faça uma salada de frutas. Tá complicado, e quase impossível, administrar tudo o que está vindo, mas a Palavra de Deus me lembra que todas as coisas, mesmo as ruins, cooperam para o bem dos que amam a Deus.

E como um grande amigo escreveu há muitos anos atrás, “no fim das contas, tudo se explica, tudo se encaixa, tudo coopera pro meu bem”.

“Quando se vê pelo lado certo, todas as cores da minha vida dignificam a Jesus Cristo, o Tapeceiro”.

A Ele toda a honra, mesmo que em lágrimas.

Eduardo Mano

Lançamento – Ergo Meus Olhos

Bem amigos… eis que chegou o dia. Hoje é o lançamento do meu novo disco, Ergo Meus Olhos. .

Vocês já sabem o roteiro. Tem download grátis do disco? Tem. Está nas plataformas de streaming? Está*. Tem encarte maneiro com letras, fotos e textos? Claro! Tem hino? Sim! Eu canto com minha esposa? Óbvio!

https://open.spotify.com/embed/album/77D4XKUfKGxpOWqjR05KSr

Algumas palavras são necessárias.

Este é meu disco mais “estranho”. Tenha isso em mente. O disco é um lançamento da FlorCaveira, com produção do Tiago Cavaco e com um trabalho lindo de mixagem e masterização do Max Folgado. Mano, Cavaco e Folgado. Se esse não for o disco com o maior número de sobrenomes diferentes já lançado no mundo, por favor, me digam qual é. Mas voltando à estranheza.

Ninguém espera de mim uma mega-produção fonográfica. Mas neste disco, os padrões de gravação são da FlorCaveira. Tudo foi gravado ao vivo (eu toquei e cantei ao mesmo tempo). Não fizemos overdubs (ou seja, não regravamos nada) e as faixas têm suas determinadas sujeiras.

As letras talvez sejam as mais congregacionais que já lancei. Fico feliz em escrever isto.

Como sempre, minha oração é que estas faixas sirva para a glória de Cristo e para o crescimento espiritual do povo de Deus. Se Deus permitir assim, está ótimo.

Se você gostar, compartilhe.

Um abraço, e que nosso Deus seja glorificado.

Eduardo Mano