Paternidade e Dependência

Escrevi o texto abaixo em 10 de novembro do ano passado. Sarah tinha 1 mês e uma semana e ainda tínhamos problemas com a hora de dormir. Achei o texto hoje e pensei em compartilhá-lo com vocês.

Escrevo este texto enquanto assisto (ou tento assistir) ao filme Gladiador. Devo ter visto este filme uma dezena de vezes, inclusive no cinema, à época do lançamento. Foi o filme que me apresentou ao ator Russell Crowe, de quem tornei-me apreciador. Mas não é esse o ponto.

Esta é a primeira vez que assisto a esse filme enquanto cuido de Sarah, enquanto ela dorme. Ou tenta dormir, o que já é alguma coisa. E ao assisti-lo desta vez, reparei em uma fala do personagem principal – Maximus – que havia passado em branco das outras vezes. A frase, em tradução livre do inglês, seria essa:

“Bendito Pai, guarda minha esposa e filho com uma espada pronta”.

Achei curioso. Desde que Sarah nasceu, há uma frase em minhas orações que tem sido uma constante: “Senhor, guarda a Eline e a Sarah. Confio em Ti para isso, pois não sou capaz. Me dê capacidade para isso”. Não é um mantra, embora não passe um dia sem que eu ore isso, dentre outras coisas. É um reconhecimento de inaptidão. Há coisas que eu não posso fazer. Preciso, PRECISO entregar todas elas nas mãos de Deus, que detém todo o poder neste universo.

Este é um tema recorrente para mim. Eu já havia escrito algo nessa linha quando compus Casa na Rocha. Mas viver o dia a dia de uma casa com uma criança tão nova, tão indefesa e tão dependente, me leva a perceber o quão incapaz eu sou de prover tudo aquilo que elas – Eline e Sarah – precisam. Não é apenas o teto, o alimento, a cama: é também o sustento e liderança espiritual, a centralidade das Escrituras, e a demonstração do amor de Deus.

E como tenho falhado em muitos destes aspectos…

A paternidade fez com que eu entendesse aspectos de nosso relacionamento com Deus que, de outra forma, não seria possível entender. Vermos uma criancinha que precisa que façamos tudo por ela: o alimento, a higiene, o cuidado, a proteção, o carinho, o colo… olhar isso e não lembrar de tudo aquilo que Deus faz por nós sem nem mesmo que nós percebamos, seria ingratidão, no mínimo.

Assim, reconhecendo que da mesma forma que minha esposa e filha precisam de mim (e eu delas), sigo na certeza de que necessito do Senhor: de Seu amor, misericórdia e graça, para que possa prover para a minha casa. E também preciso que o Senhor guarde minhas queridas de formas que eu não posso.

Que esta lembrança constante seja um impulso para que eu O busque cada vez mais. E que vocês, amigos, também O busquem: talvez não para serem melhores pais… mas talvez para serem melhores filhos, maridos, esposas, e assim por diante.

Seja Cristo exaltado para sempre. Ele a Glória.

Velhas Verdades em Castellano

No início de 2015 eu e Eline fomos ao Chile para conhecermos o campo daquele país e conhecer os irmãos da Iglesia Uno, que nos recebeu tão carinhosamente. um dos pontos altos desta ida ao país foi poder servir à Igreja chilena (especialmente a presbiteriana) através da música.

Contamos com a ajuda do amigo Jonathan Muñoz, pastor da Iglesia Uno, para traduzir duas canções: Tu és Deus e Como Ninguém me Conheces. As tocamos onde fomos e pela graça de Deus tivemos boas respostas a elas. Em uma das vezes, conseguimos gravar o áudio da execução da música, e disponibilizamos o MP3 para quem quiser baixar no bandcamp, e em streaming em serviços como o Spotify e o Deezer.

2 anos depois, descubro um vídeo de um irmão chileno tocando Como Ninguém me Conheces (Como Nadie me Conoces), e através desse vídeo, soube que a música foi tocada em um retiro de jovens cristãos. Os vídeos estão aí em baixo.

Tudo o que fazemos é para abençoar a Igreja de Cristo. E é bom saber que a Igreja de Cristo em outros países, e em outras línguas, pode se beneficiar de algo que Deus nos concedeu.

Glórias a Deus por isso. A Ele toda Honra.

Casa na Rocha

Para nós cristãos, a diferença entre um homem prudente e um homem imprudente reside no local onde ele firma seus pés. Há aqueles que firmam seus pés em terrenos inseguros, movediços, traiçoeiros. Estes, imprudentes, fixam seus olhos naquilo que é momentâneo e fugaz, deixando de lado o que é duradouro. Já aqueles que põe os seus pés em solo firme, seguro, na rocha, têm a confiança e a garantia de que, venha a tempestade ou a bonança, sua base é firme.

Lemos a parábola dos dois alicerces contada por Jesus, e percebemos que não é interessante construir nossa casa sobre a areia. Sabemos que nossas vidas precisam estar fundamentadas em Cristo, para assim termos a segurança de não sermos abalados por aquilo que encontramos ao longo da vida. E neste contexto, é fácil perceber como é importante que nossas famílias estejam bem fundamentadas na Rocha, de forma que, em tempos bons ou ruins, possamos ter plena confiança no arrimo de nossas vidas.

Casa na Rocha é a canção que escrevi para falar de meu casamento com Eline. Eu a compus enquanto morávamos em Manaus, como um reconhecimento de que eu só poderia ser um bom marido para a minha esposa se minha confiança e amor estivessem plenamente depositados em Cristo. Afinal, se aquilo que é requerido de nós maridos é que amemos nossas esposas “assim como Cristo amou a Igreja e entregou-se a Si mesmo por ela” (Efésios 5.25), é apenas amando e confiando em nossos Senhor que conseguiremos cumprir esta ordem.

Hoje, enquanto aguardamos a chegada de nossa filha, Sarah, esta música tem se tornado meu hino pessoal. Minha casa está sobre a Rocha, a construi com temor. Não sou eu que a sustento, mas sim o Senhor. Esta convicção está cada dia mais firme em meu coração; é Ele o sustentador de nossas vidas. É Ele quem cuida de Eline durante toda a gestação (e ainda cuida), e é Ele quem cuida e tece com maestria a vida da Sarah no ventre da Eline. Dependessem elas de mim, estariam perdidas! Mas que grande Salvador nós temos – tanto elas quanto eu dependemos do poder e companhia de Cristo em nossas vidas.

Que grande conforto temos em saber que nossas vidas estão guardadas nas mãos de Deus, e que Ele nos sustém com amor, misericórdia e graça. E por isso, podemos cantar: Minha casa e eu serviremos ao Deus que cuida dos Seus, e que com graça sustenta quem ama as Suas leis.

A Ele seja a glória eternamente. SDG!

Eduardo Mano

Ainda vivos

… E quando a gente percebe, abandonou o site novamente.

Essa é a história da minha vida. Da última vez em que escrevi por aqui, ainda estávamos em Portugal. Foi no dia 20 de janeiro. E mal sabíamos, eu e Eline, que nossa vida estava prestes a mudar radicalmente.

Portugal foi um país extremamente frutífero, onde vimos Deus usar nossas vidas como talvez nunca antes. Pudemos exercer o ministério que Deus nos confiou, fizemos amigos, pudemos ser usados como fonte de motivação, fomos consolados e, além disso tudo, nossa família aumentou. No dia 29 de janeiro Deus nos deu a graça de descobrirmos que Eline estava grávida. Glórias a Ele por tudo isso!

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Hoje, já há muitos meses de volta ao Brasil, às nossas famílias, igreja e dia-a-dia, faltam apenas alguns dias para o nascimento de nossa filha, Sarah. Deus foi gracioso conosco, nos concedendo uma princesa para que não nos esqueçamos de Sua fidelidade por nós. E creio que este foi o principal motivo por ter, mais uma vez, abandonado este endereço.

Creio que teremos muito a dizer nos dias que se seguem. Ministerialmente, cremos que ainda há muita (mas muita mesmo) coisa a ser feita, tanto na música quanto em outras áreas. Queremos nos dedicar ao serviço da Igreja, e queremos que nossa filha cresça aprendendo com o exemplo de seus pais que, uma vez com a mão no arado, não podemos olhar para trás (Lucas 9.62).

Ainda estamos aqui. Contem com isso.

Um abraço,

Eduardo Mano

2015 foi um bom ano musical. E 2016 promete.

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Se tem uma coisa que eu gosto é de acompanhar o que os meus amigos têm feito com seus projetos musicais. E pela graça de Deus, eu tenho muitos amigos com projetos musicais. 2015 foi um ano cheio de bons lançamentos que, infelizmente, devem ter passado desapercebidos pela maioria das pessoas. É uma pena que tanta música boa tenha chegado a tão pouca gente. E como 2016 já apresenta um prognóstico semelhante ao do ano passado, pensei em atualizar os distintos amigos com o que foi lançado no ano passado, o que já foi lançado este ano, e aquilo que vocês podem (e devem esperar) pelo desenrolar deste novo calendário.

A listagem não tem uma ordem cronológica, nem de gosto. E é bem possível que eu, na minha crescente senilidade, tenha esquecido um ou outro. Caso isso tenha ocorrido, atualizarei o texto.

Interlúdio

A banda carioca é uma das que eu gosto há tempos. Liderada por Diego Marins, a Interlúdio trouxe em seu disco de estréia um álbum recheado de guitarras e instrumentais de qualidade, resultando em um dos melhores discos que ouvi este ano. Diego escreve com uma facilidade incrível. Por favor, ouça.

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Comune

Comune é a banda do Fabiano e do Dilon, amigos já de longa data. Com produção de Jordan Macedo (que já produziu Palavrantiga, dentre outros), o disco foi lançado quase no final do ano passado e está disponível nas principais plataformas online. Quem está ligado no Deezer, pode ouvir o trabalho na íntegra.

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Nooma

Eu sempre fui fã de Post-Rock. Daí vêm os meninos no Nooma e fazem um post-rock “made in Rio de Janeiro”, com o calor do Espírito a substituir o frio dos mares do Norte. Um som extremamente bem-feito, bem produzido e com os toques de peso e eteralidade na medida certa. Os meninos disponibilizaram o disco para download gratuito, embora você possa encontrá-lo nas principais plataformas online.

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Sonar

A banda Sonar é amiga de longa data, há pelo menos 8 anos. Tive a oportunidade de participar indiretamente de dois trabalhos deles, fazendo a arte gráfica do material. Seu novo CD, Neon, foi lançado há alguns poucos meses, e pode ser ouvido integralmente nas plataformas de streaming.

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Solas

A primeira banda fora do Rio a figurar aqui. O Solas são uma dupla do interior de São Paulo e causaram um bom alvoroço com seu EP de estréia. Com letras bíblicas e um som bem folk, conquistaram uma boa base de adeptos. Seu EP de estréia pode ser baixado gratuitamente na internet.

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Domonte

Mais uma banda do Rio, e com um interessante dado em comum com os Solas. O EP de estréia (que pode ser baixado gratuitamente) foi produzido por Guilherme Andrade, que representa 50% dos Solas. Um bom trabalho com algumas regravações, focado na música congregacional.

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Rodrigo Motta

Mais um participante originário de São Paulo, mas que atualmente vive no Rio de Janeiro. Rodrigo vem de uma larga bagagem no meio da música cristã (seus pais foram membros fundadores do Som Maior, um dos grupos ajudaram a formar a mentalidade musical cristã brasileira na década de 80). Seu último trabalho, um EP com três faixas, é uma excelente adição para qualquer playlist. Pode ser ouvido nas melhores plataformas de streaming.

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Gilmore Lucassen

Um participante internacional. À época co lançamento de seu disco de estréia, Gilmore morava na Inglaterra. Gilmore é amigo de muitos anos, líder de louvor e excelente músico. Seu disco foi lançado pela gravadora Gold Ship Records, e pode ser ouvido nas melhores plataformas streaming. Todo gravado em inglês, o disco é bem agradável.

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The Resident Boss

Capitaneado por Evandro Sudré, missionário das 1001 facetas, o Projeto é na verdade uma grande colaboração de Evandro (que produz tudo em seu home studio) e diversos amigos. Eu mesmo já participei de uma das faixas online. O foco do projeto é o lançamento de vídeos, geralmente na página do Facebook. Vale a pena dar uma olhada.

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Soundcloud

Esses foram os lançamentos musicais de 2015 que me mantiveram ocupado. É claro que houveram outros, e por isso esta lista não se dá na base de ordem qualitativa. São bandas e projetos de amigos que admiro, respeito e gosto.

Creio que em 2016 teremos uma boa leva de lançamentos. É ficarmos atentos!

Um abraço,

Eduardo Mano

Velhas Verdades em Portugal, 04

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Este nosso tempo em Portugal serviu para reafirmar algumas coisas que estavam em meu coração há tempos, mas que por diversos motivos acabaram perdendo a força. E esse novo vigor veio, em primeiro lugar, pela Graça de Deus. Em segundo lugar, veio pelo encontro – finalmente – de alguns amigos já antigos, mas que só conhecia pela internet. E o primeiro deles é o Tiago Cavaco.

A primeira vez que ouvi falar do Cavaco foi em 2008, e ele ainda atendia pela alcunha artística Tiago Guillul. Foi algo transformador para mim. Ouvir um músico português, reformado, que aspirava o ministério, criador do próprio selo e referência em seu país, foi algo que me deixou atordoado. Tentei consumir o que conseguia a seu respeito: busquei entrevistas em sites, músicas no youtube, tentei baixar – e consegui – seus discos de forma ilegal (essa é uma confissão que apenas agora ele saberá). Tudo o que lia e ouvia a seu respeito me deixava admirado.

Descobri seu blog e tornei-me leitor assíduo. Descobri que ele tinha um email, e escrevi. Para minha surpresa, ele respondeu. Daí iniciamos uma amizade que tinha a internet por base. De lá para cá, fiz uma participação em seu disco de 2012 (Amamos Duvall, na faixa Dança como David) e convidei-o a participar e produzir um trabalho meu (ainda por concluirmos esta parte). E então viemos para cá.

Logo que soubemos que viríamos para cá, dando continuidade aos estudos de Eline, pensamos que deveríamos “redimir” esta viagem, e nos propusemos a servir como missionários em Portugal, junto às igrejas que abrissem as portas para nos receber. Disso vocês já sabem. A primeira pessoa com quem fizemos contato para tanto foi com o Cavaco, e como nossas passagens de entrada no país seriam por Lisboa, ele e sua esposa, Ana Rute, nos receberam em sua casa nos primeiros dias.

Uma nota pessoal. Conhecer os Cavaco foi, para mim, uma realização pessoal, tamanha a influência que eles (sim, o casal Tiago e Ana Rute) têm em minha vida. A forma como criam seus filhos, o empenho no ministério eclesiástico, a vida que mais se assemelha a uma doxologia. Eu já os amava antes mesmo de vê-los.

Infelizmente por conta da distância (eu e Eline estamos no Porto, norte de Portugal, e eles em Lisboa), foram poucos os momentos em que estivemos juntos, mas todos muito proveitosos. Tanto que o último foi um dos pontos altos da minha “carreira” musical. Contarei esse momento.

O Cavaco tem se destacado não apenas como músico e pastor, mas também como escritor. No ano passado lançou seu primeiro livro, sobre casamentos, e este ano já lançou mais dois: um como organizador e escritor e outro baseado em uma série de sermões que pregou.

Para o lançamento deste último livro, ele veio a Gaia (cidade vizinha ao Porto, ligada pelo metrô), e, óbvio, eu e Eline fomos. Conversando sobre a possibilidade de nos vermos, ele me convidou para cantar algumas músicas com ele durante o lançamento. Óbvio que aceitei. O problema é que eu precisava conseguir um violão. O que eu não consegui. Comuniquei a ele por email e nos conformamos com a possibilidade de um abraço.

Chegando no shopping onde seria o lançamento – que teve um outro ponto alto, já que pude conhecer outro português da internet, o Jorge Oliveira – pudemos conversar por alguns minutos antes que ele tivesse que ir para a mesa da entrevista. Estava muito feliz só de estar ali. O Tiago é um cara gente fina e tê-lo como amigo é realmente um privilégio. Ouvir algumas das linhas do livro na voz do Jorge e ver como um pastor batista, marido, pai de quatro filhos e músico punk é tão relevante para o cristianismo em Portugal foi uma inspiração.

E então ele foi para o violão, e começou a tocar os primeiros acordes de Igrejas Cheias ao Domingo (do disco que ele lançou em 2008, que me levou a conhecê-lo). E isso aconteceu (assista o vídeo abaixo).

igrejas cheias ao domingo from rute carla on Vimeo.

Não preciso dizer que foi um momento épico para mim. Coisas que Deus concede que são graça pura. E força para continuar algumas coisas.

Iniciei o texto dizendo que algumas coisas foram reafirmadas. Uma delas é o Velhas Verdades Discos. Nunca falamos abertamente nisso, mas em conversas com o Diego e com o Rafael, chegamos a anunciar entre nós o fim do selo. E isso caminhava para ser o futuro mesmo: apenas uma ideia que foi legal, mas nada além. Esse tempo aqui em Portugal tem servido para mostrar que o selo é importante, e deve continuar. Portanto, em 2016 vocês devem ouvir falar dele ainda.

Se você é um dos 5 que conseguiu terminar de ler este texto, obrigado. Ore por mim e por Eline, e pelo ministério que Deus nos tem dado. ore também pelo Tiago e pela Ana Rute, por seus filhos, pela Igreja Baptista da Lapa e por tudo o que está em suas mãos. Eles são queridos, tementes a Deus, e certamente o trabalho deles em Portugal não é em vão. Na verdade, todos os trabalhos que temos conhecido aqui, nenhum é em vão. Ore pelos que semeiam e colhem em Portugal.

Um abraço!

Eduardo e Eline Mano