Morte na Panela

(via Canto do Jo)

O profeta Eliseu estava de visita ao importante Instituto Bíblico em Gilgal. Resolveram fazer um banquete para o homem de Deus: um caldo de sopa de ervas (o Instituto da Riqueza e da Prosperidade era noutra cidade). Um jovem imprudente, colheu umas ervas e também umas coloquíntidas tóxicas, que misturaram na panela de sopa. Cautela com o perigo e a leviandade de metermos tudo na mesma panela. O joio também é parecido com o trigo. Infelizmente cada vez mais há misturas venenosas dentro e fora das Igrejas.
“Homem de Deus, há morte na panela!”, gritaram os esfomeados e magros noviços do Instituto, quando provaram o caldo amargo. Por vezes só nos lembramos de Deus e dos seus “homens”, quando o caldo azeda. 

“Calma”, serenou Eliseu, “trazei um pouco de farinha e deitai-a na panela”. “Sim, aquela farinha pura que foi moída e peneirada”. Somente o Cristo ressurrecto podia curar o mal e saciar a fome. Existem coisas más e venenosas na tua vida? Entrega-as a Jesus. Os Institutos, os Seminários e as Igrejas precisam centrar-se em Cristo e na sua genuína Palavra, porque é ela que verdadeiramente purifica e alimenta as pessoas.
Diz a passagem que quando comeram todos, já nenhum mal havia na panela. Jesus Cristo venceu o mal e a morte.
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