É o que temos por aqui, como você já percebeu. Mas são muitos os fatores que fazem com que os posts no blog sejam parcos. A começar pelo trabalho, que… bem, é trabalho. Também, recentemente fiquei sem meu computador, o que já era de se esperar, em se tratando de um CCE. Foi-se. E tem os ensaios e saídas da banda.
Falando nisso, estivemos em Suzano e Poá, cidades da Grande São Paulo, no último final de semana. em Poá tocamos no sábado à noite na igreja Terra Fértil, e no domingo, a no Abrigo 7, que nos convidou a ir até lá. Foi um tempo muito feliz, com algumas novidades e a apresentação de duas músicas novas. Ampliar o repertório é preciso.
Outra novidade é que tivemos uma substituição. O Léo, guitarrista que não é meu irmão, está seguindo outro rumo, e perseguindo a carreira que ele quer. Isso requer que ele não esteja mais tão presente junto à banda (na verdade, nem presente na cidade mais ele estará), então ele precisa ir. Ele vai fazer algo que eu sonho fazer desde que voltei de São Paulo, há longos 12 anos atrás. Sinto uma pontinha de inveja e um iceberg de orgulho dele. Ele não faz idéia disso, imagino, mas sinto que a distância dele vai doer um pouco. Ele é o irmão que não tive, e tenho.

Bem, momento despedida mode off, quem assume a guitarra é o Fábio Boa Sorte, que já tocou comigo há alguns anos, e de quem também não sou irmão. Boas vindas a ele. 🙂

Outra novidade é o Jonatas Damasceno, amigo dos tempos de Gênese, que comando as quatro cordas.

E como esquecer do dono das baquetas?

Há alguns meses eu vinha pensando em como juntar as pessoas pra esse trabalho. Pessoas comprometidas com Deus e que poderiam se dedicar à banda da forma necessária, ensaiando e saindo para os corres. Deus foi muito gentil comigo, conosco.
Agora é continuar o trabalho. Novas músicas vindo… coisas mudando no coração.
Fiquem aí com uma das novas músicas, chamada Palavras. Repare que eu esqueço a letra no meio, as usual.
O melhor ainda está por vir. 🙂
Abraço,
Eduardo
Caramba, cara. Que climão lindo você construiu nesta música. Muito bonita mesmo. Gosto desta ideia progressiva, da música que vai tomando espaço, invade, arrebenta tudo e depois sai de mansinho…
🙂
Gosto muito dessa música!
“O melhor ainda está por vir.”
Olha o plágio, rsrsrsrs…
Abraço!