Sarau da Comuna, parte 1

Então… Sarau da Comuna rolando… muita coisa legal pra contar, apesar dos problemas e de algumas questões pessoais que me deixaram preocupado e chateado à noite. Mas vamos ao que interessa.

A situação ficou tensa com o início da chuva às 16:40. Mas entenda, não foi apenas uma chuva. Foi um derramar abundante das águas. E não estou dizendo isso no sentido pentecostal. Choveu demais. Chuva e trânsito não combinam, como todos sabemos, e isso atrasou muito o início da programação.

Algo que me marcou foi chegar na Igreja e ver o quanto ela estava cheia. Na boa. Minha fé é pequena. Esperava no máximo umas 100 pessoas. Deus foi surpreendente, e mandou mais de 200 cabeças para o sarau, um número não só expressivo, como abençoador.

A programação começou às 19h e precisamos fazer algumas mudanças. Roberto Diamanso foi “empurrado” para o dia seguinte, e Glauber Plaça veio fazer sua apresentação junto ao Stênio Marcius e Silvestre Kuhlmann. Mas antes disso…

Palavrantiga.

Os caras são simpáticos. Muito simpáticos. Chegaram em cima da hora, passaram o som correndo e não estavam nem um pouco chateados com isso. Se me lembro corretamente, tocaram 6 ou 7 músicas, do mais puro rock and roll. Muitas pessoas não os conheciam, e ficamos todos encantados com os caras. Depois deles,

Stênio, Silvestre e Glauber.

Fantástico.  Acho que Léo e Cadu sabem, agora, como me senti no Nossa Música Brasileira do ano passado. Para mim, Glauber foi uma grata surpresa, pois não havia gostado muito do som dele no Nossa Música Brasileira. Deus me perdoe por tamanha injustiça. O cara é perfeito tecnicamente, além de escrever muito, mas muito bem mesmo. Vai ver eu estava num mal dia no NMB, só isso para justificar não ter gostado dele.

Como sempre, chorei com Stênio, e não tive como me conter com o Silvestre cantando as seguintas palavras:

“Você do campo ou da cidade
Seja idoso ou na flor da idade
Marque um encontro, não fuja da verdade
Sem Jesus Cristo não dá pra viver.

Sem Ele o galo canta atrasado
Passarim pia desafinado
O colorido parece acinzentado
E o coração fica sempre amargurado.”

Não, sem Jesus não dá pra viver.

Foram shows, mas a sensação de culto e de glorificação ao Nome de Deus não sai do meu coração.

Não vou revisar o texto, pos são 2h30 da manhã, e vou avordar em 4 horas.

Fiquem com algumas fotos, mas saibam que mais delas vê ai.

Abraço,

Eduardo

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