good news, bad news

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Estou chateado.

Nesse texto eu vou falar de coisas mundanas, de objetos, bens materiais. E não acho que há nada de errado nisso. Mas caso você prefira ler algo mais espiritual, indico que você vá aqui. Mas caso você queira ler algo mais espiritual que eu tenha escrito, vá aqui. 😉

Venho tendo problemas com meu violão há algum tempo. Estou com ele há 6 anos, e, mesmo tendo já alguma experiência no assunto quando o comprei, não o levei a um luthier para uma primeira revisão. Por conta disso, tenho constantes problemas com afinação (por exemplo, usando o capotraste, preciso fazer pequenos ajustes para que tudo soe bem), que irritam a mim e ao pessoal da banda. Esses problemas aumentaram de um ano para cá, chegando ao ponto de, ao tocar em uma igreja, eu precisar pegar o violão da igreja para tocar, pois no meu, não dava.

Recentemente um amigo meu me disse que pagaria a regulagem do violão. Você não têm idéia do quanto fiquei feliz com isso. Embora tenha demorado um pouco para de fato ir ao luthier para ver em quanto ficava a regulagem, essa oferta carinhosa e generosa veio em um tempo muito certo. Essa foi a good new.

A bad new veio ontem. Fui ao luthier (Fernando Bernardo, um cara fera) para mostrar o violão. Após retirá-lo da capa, ele começou a avaliar o estado do mesmo. Pela cara dele eu via que a coisa não estava lá muito boa. Após alguns minutos, veio a real: o ajuste do braço, por causa do empeno, sairia muito caro, pois requereria não apenas sua correção, mas também a troca dos trastes e outras coisas. Seria um investimento alto, embora o som do violão seja (como é, de fato) muito bom.

Saí do luthier com a honesta dica de juntar dinheiro e comprar outro instrumento melhor, e para tal ele me indicou duas marcas que já vêm de fábrica com os detalhes todos ajeitados, e bem regulados. Liguei pra o meu generoso amigo e dei-lhe a má e a boa notícia. A má é que o violão vi ter que ficar assim mesmo, e a boa (para ele), que ele não precisaria desembolsar nada.

Confesso que estou triste com isso. Triste por não ter dinheiro para comprar outro violão. Triste por ter dado um mole tão grande há 6 anos atrás.

Enfim, é isso. Desligando o modo “querido diário”.

Eduardo

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