Camisas "Sem Fé", pela Virá

Como eu falei aqui neste post, os amigos da Virá aprontaram a camisa baseada no poster que o Renan Valadares fez da música Sem Fé. Para vocês verem que não era mentira minha, que a palavra do crente tem que ser sim, sim, não, não, eu nem postei a notícia ontem, 1º de abril. 🙂

Bom, se você quer saber como elas ficaram, dá uma olhada nas fotos abaixo. A marrom é para o time dos meninos e a branca é para o time das meninas. 🙂

Eu estou (claro) muito feliz com o lançamento, mas quero que todos entendam uma coisa: tudo que for feito pela gente, ou pelos amigos que Deus tem muito graciosamente colocado em nosso caminho, não é para exaltar a nós mesmos. É para que o Nome de Cristo seja exaltado. “Mas Cristo pode ser exaltado através de uma camisa?” Depende. Se você veste a camisa apenas pela beleza dela, não. Mas se ela reflete algo interno, algo que foi mudado pelo poder do Espírito Santo, e ousar a camisa (qualquer camisa, entenda) é apenas uma externalização em forma de arte e moda, então creio que sim. Caso alguém entre em debates por causa da mensagem, lembre-se do post onde explico e dou a base bíblica para a música (post aqui) e seja feliz. 🙂

A Cristo, e só a Ele, toda honra e glória.

Um forte abraço!

Eduardo

Velhas Verdades… cantata de páscoa?

Como a absoluta e esmagadora maioria de vocês sabe, eu cresci na igreja batista. Passei boa parte do meu tempo cantando em corais e participando de cantatas de páscoa e natal, seja cantando ou tocando.

Pula para quase um mês atrás, quando eu recebi o seguinte comentário no blog:

“Conheci seu trabalho recentemente tirando algumas músicas para a cantata da igreja de um amigo. Gostei bastante do seu trabalho.”

Oi?

Escrevi para o rapaz, e então entendi o que estava acontecendo: o pessoal da Igreja Batista Regular de Indaiatuba quis fazer algo diferente este ano para a celebração da Páscoa, e então teve a ideia de utilizar músicas de alguns compositores cristãos para compor uma cantata (além das minhas músicas, estão usando também músicas do grande Elly Aguiar e da Ju Bragança). Só que tem um detalhe: Eles estão utilizado o Velhas Verdades em sua (quase) totalidade (a exceção é Como Ninguém me Conheces). E para vocês não acharem que eu tô de brincadeira, segue o cartaz que eles fizeram para convidar o povo:

Acho que nem preciso dizer o quanto estou feliz com isso. Demorei para postar a notícia aqui no blog, é verdade, mas foi por falta de mais tempo e não por falta de felicidade.

Por isso, se você é de Indaiatuba e quiser dar um pulo lá, ver como ficou o trabalho e PRINCIPALMENTE adorar a Deus pelas velhas verdades da Páscoa, o recado está dado. E aproveita para dar um abraço no Pr. Eduardo por mim.

Este foi um post completamente #BatistaFeelings. 🙂

Um abraço em vocês aí.

Eduardo Mano

Uma Nova Canção – Single – DOWNLOAD GRÁTIS

Em novembro de 2011 eu e a banda entramos em estúdio e registramos 4 músicas que seriam o nosso próximo EP, chamado “Mais Vale um Dia Vale Mais”. Estamos lançando hoje a primeira das músicas, uma releitura da música “Uma Nova Canção”, originalmente gravada no EP “Canções para Grupos Pequenos”.

A faixa está bem crua, recebeu apenas pequenas edições e mixagem, e ainda não recebeu tratamento final, mas o resultado está bem legal. Confira aí.

Você pode baixar o single diretamente aqui – DOWNLOAD DA FAIXA

O carinho de Tiago Lacrau

Tiago Lacrau é o mesmo que Tiago Guillul, que é o mesmo que Tiago Cavaco.

Tiago e Os Lacraus foram entrevistados para o site de cultura pop brasileiro Scream and Yell (link na hora certa) e ao responder a fatídica pergunta sobre a música brasileira, não tiveram a mínima vergonha e esbanjaram um pouco de carinho a este distante rapaz brasileiro que vos fala.

Se você clicar na imagem, vai até a matéria, beleza?

Cavaco, sei que lês este espaço de tempos em tempos (ou quando a Ana lhe avisa de algo interessante), então fica aqui registrado meu agradecimento. 🙂

E a vocês, amigos, semana que vem devo dar algumas notícias musicais.

abraços e feliz natal!

Eduardo Mano

em Santos

Hoje estou em Santos. Após uma viagem de 7 horas, com direito a motorista do ônibus cansado, cheguei à cidade e fui mais que bem recebido pelo pessoal da Primeira Igreja Presbiteriana de Santos. Após um belo café e um excelente papo com o jovem Pr. Diego Werner, fui repor o sono não dormido à noite.

Como eu precisava comprar cordas, fomos até uma loja de instrumentos antes do almoço. Uma loja bem legal. Daquelas que vendem  material dos Beatles (palhetas, correias, etc…). Gamei nas palhetas, mas não as levei. Fomos almoçar e, ao final, havia um embrulhinho na minha frente. Quando abri…

…Presente dos “manos” de Santos. 🙂

Agora é esperar a hora do culto da noite, os amigos da Sacrifício Vivo e do Abrigo 7 que vão me ajudar tocando umas músicas e ser feliz.

Tendo fotos, ainda hoje à noite eu as posto.

Um forte abraço,

Eduardo Mano

Why Music Matters

Tropecei nesta campanha em um outro blog e tive que parar por conta do vídeo dos Beatles, que segue agora:

Eu devo ter conhecido os Beatles mais ou menos na mesma idade em que o garoto do vídeo, mas só me apaixonei mesmo aos 19 anos. Das semelhanças, fica o fato de ouvi-los sempre, e de Eline ter entrado em nosso casamento ao som de “And I love Her”. Depois que os conheci de fato, minha vida musical mudou, e muito.

Mas há os outros vídeos da série, em particular o do Iron Maiden (banda que ainda gosto muito – UP THE IRONS):

E do Sigur Rós:

Vale a pena conhecer o projeto Why Music Matters e participar lá, da forma que der.

Bom dia pra você!

Eduardo

Eu mereço

Me incomoda ver crentes utilizando a frase que  dá título a este post no contexto de “sim, eu mereço isso, isso ou aquilo”. Há que se fazer a ênfaze no contexto, pois há ainda outra forma de utilizar a expressão: quando algo dá errado e a pessoa diz o clássico “eu mereço” irônico. Mas estou divagando.

Todos sabem que sou adepto do pensamento que parte do princípio que eu (nós) sou (somos) nada, e aúnica coisa que de fato nós merecemos é a morte.

Eu não creio que nós mesmos sejamos capazes de ver corretamente coisas boas saindo de nossas mãos. Não acho que este filtro deva estar ligado 100% do tempo, pois ele gera uma certa autoconfiança, um sentimento de glória pessoal que é danoso ao espírito. Claro que há coisas que fazemos bem, mas se não nos lembrarmos constantemente que tem gente que é melhor naquilo que nós, acaba que nos julgamos superiores em algo, e daí pra pensar que de fato merecemos algo nesta vida é um pulo. Um pulo ao abismo da insensatez.

É como o cara que se acha tão bom no seu emprego que vai até o chefe pedir um aumento e sai de lá com um belo “você tem muito a aprender ainda”. Isso geralmente acontece com os estagiários. Mas novamente, estou divagando.

Achar que nós merecemos algo é tornar a nós mesmos maiores que os outros, colocar a nós mesmos antes dos outros, julgar-nos mais merecedores de algo que os outros. E olha que coisa… a Bíblia nos diz o contrário: “que é o homem, para que dele Te lembres; e o filho do homem para que o visites?” Mesmo tendo Deus nos dado domínio sobre toda a criação, ainda assim, ao olharmos as obras Dele, não há como não nos lembrarmos de nossa pequenez. Nada somos diante do Senhor.

E daí nos lembramos de Cristo. nada fizemos para merecer Seu sacrifício. Na verdade, pelos nossos frutos, pela nossa vida sem Ele, nós não mereceríamos mesmo! mas que tamanha Graça nos alcançou, e temos vida em Cristo. Glória a Deus por favor tão imerecido!

A Bíblia nos leva e ensina a exercitar a humildade, o desapego, o colocar os outros acima de nós, a servirmos antes de sermos servidos. É sempre um movimento em direção ao próximo e a Deus, e para longe de nosso ego. É o marido que coloca a vontade de sua esposa e filhos antes da própria. O filho que quer de fato servir e agradar aos pais. O líder de louvor que quer servir a Igreja e não a si próprio.

Perceba hoje que aquelas coisas que você tem são dádivas graciosas de Deus a alguém imerecedor. Pense dessa forma e seja grato a Ele pelo Amor, pela Salvação, pelas amizades, pelo sustento, pela paz. O Deus que “supre aos seus amados enquanto dormem” está conosco.

Repito: você eu merecemos, de fato a morte. Mas ganhamos a Vida. Não é formidável?

Um abraço,

Eduardo Mano